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quarta-feira, 5 de maio de 2010

Cansaço, sono e até depressão são sintomas da alteração horária

Este é um artigo do Jornal de Notícias publicado a 24-10-2009:
Dada a alteração horária de amanhã, domingo, foi realizada uma sondagem pela empresa Albenture, em Espanha, cuja conclusão é a de que a mudança de hora influencia os ritmos biológicos.
Foram mais de metade dos sete mil trabalhadores entrevistados, os que manifestaram sofrer algum tipo de transtorno causado pela mudança de hora. Sono e cansaço foram apontados como o principal efeito nos ritmos biológicos dessa população laboral.
Mais de metade das pessoas inquiridas, (56%), confirmou que a mudança horária lhes cria "algum tipo de perturbação". 60% destas, aponta o sono como principal efeito, no campo laboral (11%) e na hora de almoço (10%). O cansaço é o sintoma que a maioria evoca, embora a depressão (10%), a falta de concentração (7%), ansiedade (6%) e a falta de apetite (1%), também sejam factores realçados.
Por outro lado, o cenário tende a observar-se também em Portugal.
A neurologista Teresa Paiva adianta que, durante cinco meses, as noites vão cair mais cedo, o que pode trazer alguns distúrbios aos portugueses. "O grande problema é os dias ficarem muito pequenos e a exposição solar ser muito baixa", adiantou, acrescentando que é "péssimo" as crianças irem muitas vezes para a escola ainda de noite.
A neurologista lembrou a necessidade de apanhar a luz do Sol logo de manhã, sublinhando que, nos países do Norte, a depressão aumenta significativamente nos períodos de Inverno.
Por outo lado, empresas localizadas em Portugal colocam de parte o registo de qualquer impacto dessa natureza. Apenas a Ericsson admite que o fuso horário, distinto da maioria dos países, "é um factor de desalinhamento". 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Diz-me como dormes...

Se temos uma linguagem corporal quando estamos acordados, por que não durante o sono? Um cientista britânico acredita na relação entre as posições em que dormimos e a nossa personalidade.

Dorme de costas, em posição fetal ou de lado? Chris Idzikowski, médico e director do Centro de Sono de Edimburgo, na Escócia, afirma que a forma como dormimos pode ser uma manifestação postural do subconsciente. O investigador, ex-presidente da Sociedade Britânica do Sono e colaborador permanente de algumas instituições internacionais para o estudo desta área, acredita ter identificado uma relação entre a posição assumida durante o sono e o perfil psicológico da pessoa. Para este estudo Idzikowski inquiriu cerca de 1000 indivíduos, tendo conseguido determinar as 6 posições de sono mais comuns. Os resultados foram surpreendentes: “o perfil por detrás de cada postura é muito diferente do que poderíamos esperar”, admite o britânico.

Confira o que o seu corpo diz sobre si quando está de olhos fechados.


Posição fetal (41%)
 
A mais comum das posturas, principalmente entre as mulheres (51%). Corresponde a pessoas cuja aparência exterior forte esconde uma extrema sensibilidade. São tímidos ao primeiro contacto, tornando-se mais descontraídos e abertos com o tempo.



   
O "Corcunda" (13%)

Semelhante à posição de tronco mas com os braços à frente do corpo. Pessoas que dormem nesta posição tendem a ser donas de uma personalidade aberta, embora possam tornar-se desconfiadas e cínicas. Demoram a tomar uma decisão, mas quando a tomam tendem a ser irredutíveis.



Tronco (15%)
De lado, com os braços junto ao corpo. Os que dormem em posição de “tronco” são geralmente pessoas sociáveis, simpáticas, geralmente muito populares. Podem confiar demasiado, tornando-se ingénuas.





  
 Posição de soldado (8%)

De barriga para cima, com braços e pernas esticados ao longo do corpo. Típica de pessoas calmas, reservadas e exigentes, tanto com os outros como consigo própria.





Queda livre (7%)

De barriga para baixo, com as mãos por baixo da almofada, cabeça para um dos lados. Por fora, estas pessoas podem parecer sociáveis e impetuosas; na verdade, são espíritos nervosos e muito sensíveis à crítica.




Estrela-do-mar (5%)

De barriga para cima, com braços por baixo da almofada e pernas esticadas para os lados. A esta postura parecem corresponder bons ouvintes, que fazem amigos muito facilmente, mas que detestam ser o centro das atenções.





De acordo com as pesquisas do autor britânico, a posição “queda-livre” beneficia a digestão, enquanto quem prefere dormir como “estrela do mar” ou “soldado” tem mais tendência a ressonar e a ter perturbações durante o sono. Ainda segundo o inquérito de Idzikowski, a maior parte das pessoas dorme com um braço ou perna de fora dos lençóis. Uma em cada dez pessoas cobre-se totalmente com a roupa da cama.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Disfunção eréctil no idoso associada a síndrome das pernas inquietas

Estudo publicado na revista "Sleep"

A disfunção eréctil nos idosos está relacionada com a
síndrome das pernas inquietas (SPI), revela um estudo
publicado na revista "Sleep".
A síndrome das pernas inquietas é um distúrbio neurológico
que causa uma necessidade incontrolável de movimentar
as pernas, facto que torna difícil adormecer ou manter o
sono.
Segundo uma equipa de cientistas da Harvard Medical
School, EUA, a relação entre SPI e disfunção eréctil aumenta
quanto mais frequentes são os sintomas do movimento
involuntário das pernas.

O estudo analisou dados de 23.119 homens, com idades
entre os 56 e 91 anos. Para reduzir possíveis erros de
classificação da SPI, os participantes com diabetes e
artrite foram excluídos da análise. Do total, 944 apre-
sentavam SPI e 9.433 homens tinham disfunção eréctil.
Verificou-se que a disfunção eréctil foi 16% mais elevada
em homens que sofriam da síndrome, e que relatavam
crises entre cinco e 14 vezes por mês, e 78% mais
elevada, quando tinham mais de 15 crises por mês.
De acordo com o líder da investigação, Xiang Gao, os
resultados sugerem que existe a possibilidade de os
distúrbios terem mecanismos comuns, nomeadamente o
facto de, em ambas as patologias, serem observados
baixos níveis do neurotransmissor dopamina.
Os autores referem ainda como explicação para a
associação das duas condições outros distúrbios do
sono, incluindo a apneia e a insónia, que reduzem os níveis
de testosterona.

08 de Janeiro de 2010



Doenças do sono são na maioria tratáveis

A neurologista Teresa Paiva é procurada sobretudo para resolver problemas de insónias

"A insónia é o principal problema relacionado com o sono que mais pessoas leva ao consultório da Neurologista Teresa Paiva."
Junta-se a este problema da insónia, que se traduz no acordar diversas vezes durante a noite, outras situações, algumas das quais, nem passariam pela cabeça do comum mortal como sejam os casos de violência durante a noite.
Em entrevista ao JORNAL da MADEIRA, a Neurologista Teresa Paiva, especialista em doenças relacionadas com o sono explicou alguns dos principais problemas, a este nível tendo assegurado, no entanto, que “são todos mais ou menos menos tratáveis”.
 
Os problemas relacionados com o sono vão desde o dormir pouco voluntariamente, ou seja, dormir menos do que aquilo que se precisa, problemas em adormecer como é o caso da síndrome das pernas inquietas ou a vontade irresistível de meter as pernas dentro de água para aliviar uma tensão que se tem. Esta doença atinge 10% da população mas tem tratamento sendo muito prevalente em Portugal. 
(...)
Outros casos há em que as pessoas fazem barulhos durante a noite, ou seja, ressonam ou têm apneia, o que significa falta de respiração durante alguns segundos, uma situação que afecta 600 mil portugueses.
Há pessoas que fazem coisas estranhas durante o sono como o sonambulismo, andarem ou fazerem chichi na cama, rangerem os dentes ou terem muitos movimentos anormais durante a noite.
Existem, ainda, situações de pessoas que fazem cenas violentas durante a noite, em que agridem o parceiro ou magoam-se a si próprios. “São problemas relativamente complicados mas que, também, têm tratamento, uma vez feito o diagnóstico correcto”, garantiu.
As outras grandes queixas, explicou, dizem respeito a pessoas que tomam remédios a mais, a que é exemplo, o caso recente do Michael Jackson que morreu porque queria dormir.
De acordo com a Neurologista, “o que prova este episódio trágico é que, muitas vezes, quanto mais remédios se toma menos se dorme e isso é um problema nacional muito grande, inclusivamente, se sendo remédios para dormir”.
Teresa Paiva adverte que há que fazer determinados tipos de tratamento, nestes casos, às vezes uma lavagem às próprias pessoas.
 

Teresa Paiva é formada em Medicina, com especialização em Neurologia. A leccionar na Faculdade de Medicina de Lisboa dedica-se, igualmente, às doenças relacionadas com o sono. Há mais de 20 anos que ensina os outros a dormir melhor, proporcionando-lhes, desta forma, uma melhor qualidade de vida. É considerada a nível mundial uma das maiores especialistas do sono. Do seu currículo, destaque para a criação do Centro de Electroencefalografia e Neurofisiologia Clínica tendo sido responsável pelo primeiro mestrado do sono a nível mundial. Recentemente, esteve no Funchal, no âmbito do Curso de Pós-Gradução “Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono”, organizado pela Associação Portuguesa do Sono (APS). Nesta sua deslocação, apresentou o seu mais recente livro, “Bom Sono, Boa Vida”, lançado no ano passado (4.ª edição). Neste livro, Teresa Paiva partilha 77 histórias relacionados com problemas do sono onde, no final de cada qual, explica as razões do fenómeno e passos para a cura.  
 

Élia Freitas
in JM 18 de Outubro de 2009

Quando ir ao médico?

Deve ir ao médico se notar uma alteração no seu padrão do sono, se sentir cansaço e/ou muita sonolência quando acorda e ao longo do dia e as medidas aconselhadas não forem suficientes para reencontrar um sono tranquilo e reparador.

Marque uma consulta
  • Se sente que o seu sono não é repousante, ou seja, se está sistematicamente sonolento e cansado durante o dia.
  • Ressona e sente que isso afecta o seu dia-a-dia, através de sonolência diurna, cansaço crónico, falhas de concentração e de memória, irritabilidade, etc.
  • Ressona e sofre de alguma doença cardiovascular.
  • Adormece facilmente em eventos sociais ou sente muita sonolência ao volante.
Comece pelo seu médico de família
Se precisar de ajuda profissional para tratar os seus problemas de sono, comece por consultar o seu médico de família. É muito útil manter um diário do sono : aponte as horas a que se deitou, levantou, quantas vezes acordou, se se sente repousado ou não de manhã; o que jantou, se praticou exercício físico ao serão, se consumiu café, álcool, tabaco, tomou medicamentos, etc. Este registo pode servir de base de discussão com o seu médico.
Se os seus problemas do sono o afectam realmente, insista para que o encaminhe para uma consulta do sono , isto é, uma unidade hospitalar onde existem especialistas vocacionados para este tipo de problemas.
Nalguns casos, o doente terá de passar, pelo menos, uma noite para a monitorização do seu sono. Enquanto dorme, ficará ligado, através de eléctrodos, a um aparelho que mede os parâmetros do sono e avalia o ciclo do sono. O objectivo deste tipo de exame consiste em encontrar a causa dos problemas.

Hospitais com consulta do sono
  • Hospital de São Marcos (Braga)
  • Hospital São Pedro de Vila Real
  • Hospital Santo António (Porto)
  • Hospital de São João (Porto)
  • Hospital dos Covões (Coimbra)
  • Hospitais da Universidade de Coimbra
  • Hospital de Santa Maria (Lisboa)
  • Hospital Pulido Valente (Lisboa)
  • Hospital Distrital de Faro
Estes hospitais dispõem de consultas especializadas do sono. Nestes, poderá fazer um diagnóstico mais exacto do seu problema de sono, através de uma polissonografia (exame de monitorização do sono). Para tal, deverá ter uma credencial do seu médico de família.
O problema são as longas listas de espera. A alternativa são as clínicas privadas onde este exame pode custar algumas centenas de euros, havendo sempre a possibilidade de comparticipações por subsistemas de saúde (ADSE, SAMS, etc.) e seguros de saúde.

Notícia publicada em: Deco Proteste

sábado, 13 de fevereiro de 2010

"Metade dos portugueses dorme mal"

Estas são as principais conclusões do estudo:
“Metade dos portugueses dorme mal”, publicado na TESTE SAÚDE n.º 51, de Outubro de 2004, em que 3600 portugueses participaram, preenchendo o nosso inquérito sobre hábitos do sono.
Para uma boa qualidade de vida, saúde física e mental, e menos sonolência durante o dia, deve dormir-se, na vida adulta, entre sete e oito horas.

Estas necessidades de sono são iguais para a grande maioria dos adultos. Apenas uma pequena minoria dos inquiridos referiu sentir-se fresca e repousada com menos de seis horas de sono por noite, o que sugere que as necessidades de sono podem variar de pessoa para pessoa. Para determinar as suas necessidades pessoais, durma até acordar por si (num dia sem noitadas), sem despertador. Sente-se descansado? Veja quantas horas dormiu. Eis as horas de sono de que necessita.



Mas a grande maioria dos que dormem menos de seis horas sentem que precisariam de dormir mais para “recarregar as baterias” (90%). Não conseguem devido ao estilo de vida ou mesmo a dificuldades para dormir (nomeadamente insónias). A ansiedade, o stresse, a depressão, os problemas no trabalho e as preocupações familiares são os principais culpados. Os problemas físicos (doença, dor), os filhos pequenos e o facto de o parceiro ressonar são outros factores que parecem prejudicar o sono dos portugueses.
Repercussões para o resto do dia, depois de uma noite mal passada: pelo menos, três em cada quatro portugueses referem sentir-se com mau aspecto, sonolentos durante o dia, com dores de cabeça ou sensação de cabeça pesada, problemas de concentração, reflexos diminuídos e irritabilidade em casa e no trabalho. A saúde mental e a vitalidade foram os aspectos da qualidade de vida mais afectados pela má qualidade do sono.
A questão torna-se particularmente preocupante quando a sonolência diurna (que afecta o quotidiano de mais de metade dos portugueses) atinge níveis que podem pôr em causa a segurança do próprio ou dos que o rodeiam.
Um em cada cinco inquiridos afirmaram acontecer-lhes com alguma frequência estarem tão sonolentos que seria possível adormecerem… ao volante!
Em mais de 25% dos casos, os portugueses ressonam alto. Muitas pessoas pensam que ressonar significa dormir profundamente. Ora, ressonar afecta sempre a qualidade do sono. Ressonar alto e acordar várias vezes durante a noite, em sobressalto, com falta de ar, podem indiciar que a pessoa sofre de apneia do sono, um problema que requer tratamento. Alguns estudos têm evidenciado uma relação entre apneia e doenças cardiovasculares. Nas crianças, contribui para problemas de comportamento e na aprendizagem.
Ressonar afecta também a qualidade do sono do companheiro, por causa do ruído, mas também devido à preocupação de sentir que pára de respirar durante alguns segundos.
Apesar de metade dos portugueses não dormir bem, e de isso ter consequências nefastas para a sua saúde física e mental, apenas um quarto procura ajuda profissional. Um em cada seis portugueses afirmam tomar medicamentos para dormir. Os medicamentos mais usados são os tranquilizantes, sedativos ou hipnóticos, seguindo-se os antidepressivos (70% e 13%, respectivamente). Os antidepressivos não são indicados para tratar problemas apenas relacionados com o sono. Apesar disso, 6% dos inquiridos que tomam medicamentos para dormir referem que os antidepressivos lhes foram prescritos para esse efeito.
A maioria dos tranquilizantes, sedativos e hipnóticos são à base de benzodiazepinas, uma substância activa que pode causar dependência física e psicológica e efeitos secundários frequentes (dificuldades de memória, de concentração, etc.). Por isso, não deveriam ser prescritos por mais de um mês, mas um quarto dos inquiridos estão a tomá-los há mais de 5 anos! A situação torna-se ainda mais preocupante se considerarmos que muitos portugueses tomam medicamentos para dormir melhor por sua iniciativa. Apenas um médico pode avaliar a gravidade dos sintomas e prescrever o tratamento mais adequado. Poderá também encaminhá-lo para uma consulta especializada.


Notícia publicada em: Deco Proteste

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Teste à urina diagnostica apneia

Um simples teste à urina pode detectar apneia obstrutiva do sono na criança, evitando, assim, exames mais complicados.

Investigadores da University of Chicago, EUA, liderados por David Gozal, analisaram 90 crianças encaminhadas para uma clínica do sono para avaliação de problemas respiratórios durante o sono e 30 crianças que não apresentavam esses problemas.

Durante a noite, todas as crianças foram submetidas a testes-padrão para diagnosticar problemas de sono. As amostras de urina foram recolhidas de manhã. Após terem sido analisadas centenas de proteínas presentes na urina das crianças, os cientistas verificaram que a expressão de uma série de proteínas foi diferente nas crianças que apresentavam apneia do sono.

«Foi um pouco inesperado que a urina nos fornecesse a capacidade de identificar apneia» disse Gozal à Health News, adiantando que esta nova análise poderá abrir caminho para se desenvolver um meio mais simples e económico de diagnosticar a doença.

Na próxima fase do estudo, os cientistas vão validar estes resultados, realizando análises à urina em mais crianças, de modo a desenvolver um método simples, colorimétrico, que possa ser feito no consultório médico ou mesmo pelos pais.


 

Notícia publicada em: Pais&Filhos

Adolescentes: dormir pouco pode levar a depressão

Os adolescentes que não dormem o suficiente têm mais probabilidades de ter depressões.

A conclusão é de um estudo do Centro Médico da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, EUA, que avaliou os dados de 15 659 adolescentes entre os 12 e os 18 anos e dos seus pais.

Os investigadores verificaram que os jovens que dormiam cinco horas ou menos por noite tinham 71 por cento mais probabilidade de apresentar uma depressão e tinham 48 por cento mais probabilidades de terem pensamentos sobre suicídio quando comparados com os jovens que dormiam, pelo menos, oito horas.

A duração média de sono por noite foi de sete horas e 53 minutos. Para os investigadores, os adolescentes precisam de dormir nove horas por dia. A hora de ir para a cama também é importante. Outra das conclusões do estudo refere que aqueles que iam dormir após a meia-noite tinham 20 por cento mais probabilidades de pensar em suicídio do que os que dormiam antes das 22 horas.

A falta de sono, dizem, pode afectar as respostas emocionais do cérebro e dificultar a capacidade de lidar com o stresse do dia-a-dia. Este estado de espírito pode afectar o discernimento, a concentração e o controlo da impulsividade.

«A quantidade adequada de sono pode ser uma forma de prevenir a depressão e um bom tratamento para a depressão», frisou James Gangwisch, líder da equipa nova-iorquina.


Notícia publicada em: Pais&Filhos

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Mortos de Cansaço

Será que a falta de sono devido à vida moderna nos faz mal? É o cansaço o maior problema de saúde que a humanidade enfrenta? Muitos cientistas acreditam que sim e actualmente até têm provas disso. Novos estudos médicos revelam que a falta de sono pode desenvolver e exacerbar muitas doenças incluindo as do coração, obesidade, diabetes e depressão...




E... hummmmm... beauty sleep e tal... assim mantemos um corpo e uma pele mais jovens por muito mais tempo... é a tal história de... a década dos 40 aos 50 ser... os novos trintas...

Fica o alerta em jeito de conselho... As consequências nefastas são reais. Os exemplos dados foram convincentes... Ainda vão a tempo de reeducar os vossos hábitos... Sim?
Pela vossa saúde?

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Os Pesadelos são Incapacidade de Sonhar

(Rui Manuel Carreteiro, Psicólogo clínico, neuropsicólogo, professor e investigador da área)

- Os pesadelos também são sonhos?
- Há quem chame aos pesadelos 'sonhos maus'. Eu prefiro chamar-lhes 'dificuldade' ou 'incapacidade' de sonhar – ou seja, prefiro encará-los como uma dificuldade em elaborar a informação e em cumprir uma função importante do sonho: permitir que durmamos.

- Por que é que numa noite podemos ter um sonho-sonho e na seguinte ter um sonho-pesadelo? O que regula os sonhos?
- Regra geral, as quarenta e oito horas antecedentes, bem como factores fisiológicos (digestivos, etc…). Qualquer aspecto que afecte (dificultando ou inviabilizando) a função onírica poderá desencadear um pesadelo.

- Qual a importância dos pesadelos?
- São um sintoma… No fundo é como se me perguntasse qual é a importância de ficarmos constipados. Preferíamos não ficar constipados e não ter pesadelos mas, por vezes, acabam por surgir.

- Uma pessoa que tem mais sonhos-pesadelos do que sonhos-sonhos pode ter uma ‘estrutura’ emocional diferente de uma pessoa que habitualmente sonhe ‘só’ sonhos?
- Dificilmente sonhamos ‘só’ sonhos ou ‘só’ pesadelos. Se os pesadelos forem mais frequentes do que os sonhos regulares, certamente haverá algo que não está bem. Pode ser apenas uma simples preocupação ou de facto uma alteração na estrutura psíquica do indivíduo.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Reportagem RTP - Consulta do Sono

Esta é uma reportagem RTP que foi exibida neste canal no dia 29 de Outubro de 2008, sobre o Projecto Consulta do Sono, que explica em que consiste a Consulta do Sono e alerta para o facto de o povo português dormir bastante mal.